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METODOLOGIA DO DSF

1. Objetivo da Metodologia
A metodologia do Dicionário de Substâncias Farmacêuticas (DSF) foi desenvolvida para garantir padronização, confiabilidade e consistência técnica nas informações apresentadas. O processo reúne fontes oficiais nacionais e internacionais, harmonizadas em um único banco estruturado.
2. Fontes de Informação

As informações do DSF são coletadas, validadas e organizadas a partir de bases reconhecidas:

  • Anvisa — Denominações Comuns Brasileiras (DCB)
  • World Health Organization (WHO) — International Nonproprietary Names (INN)
  • CAS Registry Number®️ (CAS RN®️) e nomenclaturas químicas
  • Mercosul / Receita Federal — Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM) e NVE
  • Literatura técnico-científica relevante, incluindo farmacopeias e compêndios regulatórios
  • Órgãos internacionais de padronização química

Todas as fontes passam por curadoria técnica antes de serem incorporadas.

Todas as informações foram revisadas pela equipe do CAS, a division of the American Chemical Society, garantindo confiabilidade e padronização.

O CAS Registry Number®️ é mantido pelo CAS, referência mundial em curadoria e padronização de dados químicos.

3. Processo de Harmonização

Cada substância é analisada individualmente de acordo com:

  1. Identificação primária
    A definição do nome principal da substância segue critérios oficiais:
    • DCB para uso no Brasil

    • INN para harmonização global

  1. Correlação entre nomenclaturas

    O sistema cruza todos os dados disponíveis, como:

    • DCB ↔ INN

    • CAS RN ↔ nome químico

    • NCM ↔ descrição fiscal

    • NVE ↔ detalhamento aduaneiro

  2. Verificação de conflitos

    Quando há divergências entre códigos, sinônimos ou nomes históricos, a equipe técnica faz validação manual.

  3. Revisão e atualização contínua

    O DSF é atualizado periodicamente para refletir:

    • novas publicações da OMS

    • listas atualizadas da Anvisa

    • revisões de CAS

    • atualizações de NCM e NVE

4. Revisão e atualização contínua

Para garantir uniformidade:

  • Todas as descrições seguem padrão editorial técnico

  • Sinônimos são mapeados e hierarquizados

  • Substâncias obsoletas ou descontinuadas são mantidas com indicação de status

  • Códigos inválidos ou desatualizados são marcados e documentados

  • Dados com múltiplas interpretações passam por validação externa

5. Atualizações e Transparência

Cada versão do DSF é revisada para garantir:

  • Correção de inconsistências detectadas pelos usuários

  • Inclusão de novas substâncias

  • Adequação a normas regulatórias

  • Ajustes de nomenclatura segundo padrões nacionais e internacionais

Uma rotina de manutenção contínua garante que o DSF permaneça uma ferramenta confiável e atualizada.